O inferno chamara por mim e lá tive de abrir a pestana. Em sofrimento, claro. Desci à Terra e segui na direcção da minha missão diária. Pelo caminho, passei por um taxista.
Antes de prosseguir, uma pausa.
Importa esclarecer... Um taxista é quase uma arma de arremesso do demo... cuidado com um taxista enraivecido!!! Eu já vi... e até eu...quase levei no focinho de um...
Continuando... não ia feliz, mas com o sentido de necessidade de cumprir o dever, tinha o rádio ligado a ver se adoçava aquele início de dia... Adoçar...no sentido diabético da questão, para dar um ar mais satâncio à expressão.
O que se passa em seguida, é que tenho de abrandar a minha viatura para passar pelo taxista e ele não só apita... como disse várias palavras de seguida com a face retorcida... Aquilo não me pareceu bom. A sério que não... mas uma vez que não ouvi... e a música que ia a dar no meu carro tinha uma moça a gritar bem alto "Just dance!"... quis acreditar... que o senhor ia a ouvir o mesmo posto que eu e estava a incentivar-me a fazer o que a senhora sugerira. Assim está bem!

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